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Formato da prova da FGV em concursos públicos

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) foi confirmada como banca do Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025, segundo divulgação feita em 5 de junho no Portal Nacional de Contratações Públicas. Com mais de 80 anos de história e atuação em grandes certames, a instituição desperta curiosidade e receio entre os concurseiros devido à sua fama de elaborar provas difíceis. Este guia detalha o que esperar dos exames da FGV, com base em análise estatística de incidência de assuntos e características consolidadas da banca.

Trajetória e credenciais da FGV

Fundada em 1944, a FGV acumula mais de 80 anos de existência e já produziu mais de 200 mil questões de provas. A instituição tem mais de 70 anos de atuação no Ensino Superior, abrangendo áreas como Economia, Administração, Direito, Ciências Sociais e Tecnologia da Informação. Além da organização de concursos, desenvolve pesquisas e projetos em unidades situadas no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. A banca também participa da elaboração do Enem, ao lado de Vunesp e Cesgranrio, e é responsável pelo Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Presença em diferentes áreas de concursos

A FGV se destaca como uma grande banca em concursos de tribunais e tem forte atuação em certames estaduais e federais, como Ministérios Públicos, Tribunais de Justiça, ENAM, ENAC e IBGE. No passado, teve presença marcante em concursos fiscais, e agora retoma esse espaço com grandes seleções atuais. Na área policial, a banca vem ganhando cada vez mais espaço, embora a CEBRASPE ainda lidere esse segmento. A recente escolha para o CNU 2025 consolida sua relevância no cenário nacional.

Dificuldade das provas: mito ou realidade?

A reputação de dificuldade da FGV é conhecida. Em alguns certames, as provas foram tão rigorosas que nem todas as vagas chegaram a ser preenchidas. Entretanto, levantamentos estatísticos mostram que as questões consideradas super difíceis representam menos de 5% do total de pontos. A maior parte dos itens é simples e direta ao ponto. Como todos os candidatos enfrentam o mesmo exame, o segredo está em compreender a forma como a banca cobra os conteúdos e não se deixar intimidar pela fama.

Estrutura das provas objetivas

Os exames da FGV são compostos por questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada. Em média, uma prova contém entre 70 e 80 questões. Embora algumas delas exijam apenas o conhecimento literal da lei ou de teorias, é comum que a banca proponha situações-problema, especialmente em matérias como Informática. Essa abordagem avalia a capacidade de aplicar o saber teórico a contextos práticos.

Estilo das questões por disciplina

Língua Portuguesa

Ênfase em interpretação de textos, frequentemente com temáticas políticas ou econômicas. Referências ao manual de redação oficial da Presidência da República são comuns. A banca explora tipologia textual e suas subdivisões:

  • Dissertação
  • Narração
  • Descrição
  • Injunção
  • Exposição

Outros tópicos recorrentes: reescritura de frases, referência textual, ortografia, adjuntos, complementos, tempos verbais, sinônimos, antônimos e vocabulário.

Informática

Foco em situações-problema. O candidato deve analisar a teoria e aplicá-la a casos práticos. A banca avalia a capacidade de resolver problemas cotidianos usando ferramentas e conceitos de informática.

Como é a prova discursiva

Quando aplicada, a etapa discursiva da FGV costuma trazer até quatro perguntas, com limite de 60 linhas para cada resposta. Em alguns casos, há também uma redação sobre temas contemporâneos, com destaque para assuntos de política e economia. É fundamental que o candidato treine a escrita dentro desses parâmetros, com clareza e profundidade, para atender às exigências da banca.

Planejamento de estudos baseado em dados

A análise estatística de incidência de assuntos nas matérias permite identificar os tópicos mais recorrentes nas provas da FGV. Com base nesse perfil, é possível direcionar a preparação para o que realmente importa, otimizando o tempo de estudo. Entender que a maioria das questões é acessível e que o diferencial está na familiaridade com o estilo da banca pode aumentar a confiança do concurseiro. A fonte não detalhou percentuais específicos por disciplina, mas a recomendação é consultar editais anteriores e a organização das provas para mapear padrões.

Antes de se inscrever em qualquer certame, o candidato deve conferir o edital oficial publicado no site da banca organizadora, pois prazos e regras podem sofrer alterações.

Perguntas Frequentes

A prova da FGV é muito difícil?

A banca FGV tem fama de ser difícil, e historicamente houve provas tão complexas que as vagas não foram totalmente preenchidas. Contudo, a maioria das questões é simples e direta, e as super difíceis representam menos de 5% dos pontos.

Qual é a estrutura típica de uma prova da FGV?

A prova objetiva costuma ter de 70 a 80 questões de múltipla escolha, cada uma com cinco alternativas. Já a prova discursiva pode apresentar até quatro perguntas com limite de 60 linhas por resposta e, eventualmente, uma redação sobre temas contemporâneos, especialmente política e economia.

Como é a prova de Língua Portuguesa da banca FGV?

A prova de português da FGV tem forte ênfase em interpretação textual e costuma abordar temas políticos e econômicos. São recorrentes questões sobre tipologia textual, reescritura de frases, ortografia, vocabulário e referências do manual de redação oficial da Presidência.

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