INEP, ENCCEJA
questão 21 de 27, número 24 na prova
Os emergentes querem dirigir Dois mil e nove. A China assume pela primeira vez o posto de maior produtor mundial de veículos, à frente dos Estados Unidos e Japão. Um ano mais tarde, o Brasil passa a Alemanha e se torna o quarto maior mercado mundial de veículos. A crise financeira, que comprometeu o consumo nos países ricos, pode ter contribuído, mas não fez mais do que antecipar a realidade que deve imperar nas próximas décadas. Cada vez mais, as montadoras voltam seus olhos para o Oriente e para as economias em desenvolvimento. Eles serão os grandes produtores e consumidores de carros do século XXI. FREITAS, G. Carta Capital, n. 614, set. 2010. O fragmento de texto é parte de uma reportagem sobre a produção de automóveis no mundo.
Considerando a linguagem utilizada e a funcionalidade desse gênero textual, percebe-se que, entre suas características básicas, está a utilização de
Questões parecidas
Ver todas desta matériaMais questões de Linguagens, de outras provas. Cada uma abre para resolver, com o gabarito na hora.
… Óleo sobre tela, 199 x 169 cm Pertencentes ao patrimônio cultural brasileiro, a carta de Pero Vaz de Caminha e a obra de Portinari retratam a chegada dos portugueses ao Brasil. Da leitura dos textos, constata-se que
… Na reportagem, há uma comparação entre tecnologias de comunicação antigas e atuais. Quanto ao gênero mensagem, identifica-se como característica que perdura ao longo dos tempos o(a)
… Essa notícia, além de cumprir sua função informativa, assume o papel de
… Na leitura do fragmento do texto Antigamente constata-se, pelo emprego de palavras obsoletas, que itens lexicais outrora produtivos não mais o são no português brasileiro atual. Esse fenômeno revela que
… Em tempos de notícias falsas, de imagens manipuladas e de memes sendo usados como triunfo da verdade de cada um, checagem de informação e interpretação de texto acabam se tornando moedas valiosas. (adaptado). Ao abordar a relação dos memes com a educação, a reportagem sustenta uma crítica à