Prova Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá — Contador 2025 (SELECON) — questão 3 de 17 | Universo Concursos Ir para o conteúdo
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Prova Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá — Contador 2025 (SELECON)

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Selecon, Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico e Social do Vale do Rio Cuiabá

questão 3 de 17

Texto de apoio

Leia o texto a seguir:

Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo.

O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com a saúde mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.

O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. "Começamos aver que o cérebro do brasileiroé completamente diferente do cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores.

A investigação, inédita, usou inteligência artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSABrasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridadee-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado).

No título do texto (“Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito”), há:

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