INEP, ENADE
questão 20 de 27, número 30 na prova
Com efeito, relativamente à natureza, a experiência dá-nos a regra e é a fonte da verdade; no que toca às leis morais, a experiência é (infelizmente!) a madre da aparência e é altamente reprovável extrair as leis acerca do que devo fazer daquilo que se faz ou querer reduzi-las ao que é feito.
KANT, I. Crítica da Razão Pura. 3ª edição. Tradução de Manuela Pinto dos Santos e Alexandre Fradique Morujão. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1994, p. 312.
Tendo como referência esse texto, analise as asserções a seguir.
Se a razão teórica não deve ultrapassar os limites da experiência, a razão prática, por sua vez, deve livrar-se de qualquer objeto empírico e autonomamente ser princípio de determinação da vontade
PORQUE,
caso se prendesse ao empírico, não haveria, segundo Kant, condições de justificar o princípio supremo da moralidade, com as características que lhe são inerentes, como objetividade, universalidade e formalidade.
Acerca dessas asserções, assinale a opção correta.
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