A Carlos Drummond de Andrade Não há guarda-chuva contra o poema subindo… — Questão 19 · ENADE 2021 — Letras – Português (Licenciatura) (INEP) Ir para o conteúdo
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Prova do ENADE 2021 — Letras – Português (Licenciatura) (INEP)

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INEP, ENADE

questão 17 de 31, número 19 na prova

Texto I A Carlos Drummond de Andrade Não há guarda-chuva contra o poema subindo de regiões onde tudo é surpresa como uma flor mesmo num canteiro.

NETO, J. C. de M. Obra completa. Editora Nova Aguilar: Rio de Janeiro, 1994. Texto II Dez poemas mais um E, por último, sem que isto seja o fim, não há guarda-chuva, João, contra os enguiços do poema, o qual jamais é a deusa tal como o poeta a viu (em silêncio e na matriz).

Razão por que, fingindo, ele inventa pedaços de um canto que ouviu por inteiro.

VIEIRA, A. Mitografias. Mindelo: Ilhéu Editora, 2007.

Com base no poema do brasileiro João Cabral de Melo Neto e no do cabo-verdiano Arménio Vieira, avalie as afirmações a seguir.

  1. I. A intertextualidade entre os poemas torna-se evidente porque ambos fazem referência a um renomado poeta.
  2. II. Nos poemas, encontram-se reflexões acerca do fazer poético, entendido como trabalho racional.
  3. III. A expressão “não há guarda-chuva contra” possui significação diferente em cada poema.
  4. IV. A referência às “regiões onde tudo é surpresa” (Texto I) e aos “enguiços do poema” (Texto II) remetem ao esforço da produção poética.

É correto apenas o que se afirma em

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