Prova Prefeitura Municipal de Volta Grande/MG — Assistente Social – Nasf 2024 (Instituto Access)
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Instituto Access, Prefeitura Municipal de Volta Grande/MG
questão 10 de 40
Texto de apoio
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
A rotina de quem vive com discalculia A incapacidade de ver a hora no relógio de ponteiro, de contar certo o troco do supermercado e de decorar o próprio número de telefone levaram a psicóloga Larissa Pessoa a descobrir que sua dificuldade com os números, a qual acreditava ser comum, era, na verdade, um transtorno de aprendizado.
Intitulado discalculia, o transtorno de aprendizado diagnosticado em Larissa consiste em uma dificuldade anormal de a pessoa entender e manipular números e conceitos matemáticos. E, por mais que possa parecer raro, é cada vez mais comum entre os brasileiros. Para se ter uma ideia, um estudo estima que entre 6% e 7% dos brasileiros em idade escolar possuem discalculia. Larissa já perdeu as contas de quantas vezes tentou compreender um relógio de ponteiro, sem ter que perguntar para alguém como funciona. A dificuldade é apenas uma dentre inúmeras que passa diariamente por ter discalculia. "Minha dificuldade com números vem desde quando eu era criança. Na escola, sempre foi um desafio entender o que meus professores de matemática diziam e, mesmo estudando por horas, não conseguia compreender".
Na época, por não conseguir assimilar matemática, professores a classificavam como uma aluna rebelde, sem vontade de aprender, o que a fez desistir dos estudos. Larissa somente concluiu o ensino médio por meio do Encceja — exame destinado àquelas pessoas que não concluíram o ensino fundamental ou médio na idade adequada e fazem a prova para obter o certificado de conclusão.
"Infelizmente, há dez anos, não se falava em discalculia no Brasil. Por isso, muitas pessoas acreditavam que a minha dificuldade era um ato de rebeldia ou que eu não fazia esforço para aprender. Somente descobri que tinha discalculia aos dezoito anos. Lembro que, ao pesquisar o termo na internet, boa parte do que aparecia eram reportagens ou artigos em inglês, pois no Brasil não se falava deste transtorno de aprendizado", conta a psicóloga.
Quem viveu situação parecida na escola foi Isabela Aquino, de vinte anos. A estudante de artes visuais conta que, além da dificuldade em matemática, outro dilema que enfrenta até hoje é de como as pessoas encaram sua dificuldade. "Muitos indivíduos, quando veem alguém que não entendem relógio de ponteiro ou têm dificuldade para fazer operações simples de matemática em uma calculadora, pensam que somos de outro mundo", diz. O problema é que essa dificuldade com os números não impacta apenas os estudos, mas também interfere na vida financeira de quem tem discalculia.
A publicitária Jenifer Mendes conta que tem dificuldades em operações básicas de matemática devido ao diagnóstico de discalculia, sendo comum errar o valor das compras. "Já passei por situações de pensar que gastava cem reais em uma loja e, no momento de chegar ao caixa, descobri que o valor era de mil reais. Tudo por causa de minha dificuldade em fazer cálculos. Nessas situações, não tem como não se sentir constrangida". Outra dificuldade comum para quem tem discalculia acontece na hora de fazer uma simples receita de bolo. "Eu não consegui fazer um bolo porque não fui capaz de colocar em prática um quarto de determinado ingrediente", diz Larissa. "Até mesmo lembrar que número corresponde ao mês é difícil. Por exemplo, sei que três refere-se ao mês de março porque é até onde eu consigo. Mas, se você me perguntar que número corresponde a outubro, não sei".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1e857n58zyo.adaptado.
O problema é 'que essa dificuldade com os números não impacta os estudos'.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
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… ( ) Intensidade. ( ) Dúvida. A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA sobre George Antheil.
Questão 3 · Prefeitura Municipal de Pontão/RS — Advogado 2026 (FUNDATEC)
… Tanto na linha 23 quanto na 43, a ocorrência de “quando” introduz ideia de tempo. Quais estão corretas?
Assinale a opção que indica a frase em que ocorreu a troca indevida de uma palavra por seu parônimo.
“Protistas em carreira solo que se juntaram para formar o primeiro animal [...]” (Texto 1, 11º parágrafo) As alternativas a seguir são propostas de reescritura da passagem acima. O único caso em que NÃO se verifica erro quanto ao emprego do pronome relativo é: