Prova Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia — Médico Fiscal 2024 (Instituto Access)
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Instituto Access, Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (CREMEB)
questão 3 de 41, número 4 na prova
Por que esquecer é benéfico, segundo neurocientista “A memória”, escreve o neurocientista Charan Ranganath em seu novo livro Why We Remember ("Por que nos lembramos", em tradução livre), “é muito, muito mais do que um arquivo do passado; é o prisma através do qual vemos a nós mesmos, aos outros e ao mundo”.
Ranganath é professor de psicologia na Universidade da Califórnia, na cidade de Davis, e passou os últimos 30 anos explorando os processos cerebrais por trás da nossa capacidade de recordar, de lembrar — e de esquecer.
Ele argumenta que muitas das nossas suposições comuns sobre a memória são equivocadas; suas aparentes falhas muitas vezes surgem de seus recursos mais úteis, criando uma flexibilidade cognitiva que tem sido essencial para a nossa sobrevivência. (David Robson Role, BBC Future. Disponível: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6py2v785npo.) A imagem aliada ao texto cria visualmente um ambiente de entendimento por associar:
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“Doenças psicossomáticas”, segundo a formação do vocábulo, são doenças que envolvem:
A comparação da área coberta de painéis no deserto chinês com a extensão de cidades como Lisboa ou Paris (7º parágrafo) tem como objetivo principal:
Na frase “É o profissional contratado pela própria empresa para analisar e garantir o cumprimento dos regulamentos internos”, há dois infinitivos sublinhados. Se essa frase for reescrita, substituindo esses infinitivos por formas nominais, a forma adequada será:
… “Acha permanentemente que a vida perdeu todos os seus valores, que não há mais ética, conceitos estéticos, nenhum objetivo mais profundo e mais humano a atingir?” Nesse segmento do texto 1 há três ocorrências do vocábulo “mais”, que se encontram sublinhadas. A afirmação correta sobre essas ocorrências é:
Na fala “troco de ortopedista, mas não troco de colchão!”, a palavra “mas” é uma